Segundo o especialista em agricultura David Guest, da Universidade de Sidney, se os métodos de cultivo do cacau não se modernizarem, poderemos passar por uma crise de chocolate.

Isso mesmo!

Daqui a 10 anos não será tão fácil encontrar essa delícia dos Deuses por aí.

De acordo com Guest, para suprir a demanda de economias ascendentes, como a China, a produção mundial de cacau precisa aumentar cerca de 25% até 2020.

Isso significa produzir um milhão de toneladas a mais por ano (atualmente, são colhidas 3,6 milhões de toneladas anualmente).

Guest, em pessoa, já viajou para zonas produtoras para ensinar agricultores a escolher melhor sementes e divulgar métodos mais sustentáveis de produção.

Fica o alerta:
se os produtores não tiverem acesso a novas tecnologias, o chocolate ficará cada vez mais raro!

O jeito é dar uma passada nas lojas da CG e aproveitar para aumentar o estoque de casa dessa maravilha que chamamos de chocolate!

Os agricultores e produtores de chocolate, eles são unânimes em prever que a crise está no horizonte, ele vai ser alucinante. De acordo com a american Marte, o proprietário de varias marcas como M&Ms, o Deficit do cacau pode chegar a 1 milhão de toneladas/ano até o ano de 2020. Na raiz da escassez e o aumento da demanda da China e da Índia, países que, juntos, atendem, e 36% da população mundial. Originalmente, os chineses não têm o hábito de comer chocolate, porque o país não é um país produtor de cacau. No entanto, isso mudou nos últimos anos. Como em 2011, a média de consumo por pessoa explodiu, vai de 30 a 200 gramas por ano. Fabricantes de peso, eles começaram a fabricação das opções para o chinês. Os estados unidos Hershey’s, por exemplo, lançou uma versão dele com o sabor do chá-verde. Com o aumento da demanda levou o país para sediar um moderno Salão do Chocolate com o mesmo zelo que é dedicado ao auto show. China promete continuar empurrando o aumento no consumo no mundo. As previsões apontam para uma taxa de crescimento de 60% das vendas entre o povo chinês até 2019.

Os mercados emergentes na ásia, o chinês não é o único que desenvolveu um apetite pelo chocolate. Na Índia, as vendas também estão aumentando a uma taxa de 20% por ano. O consumo de chocolate para o povo da índia, ele ainda é visto como um hábito de elite. Como o crescimento econômico tem aumentado o poder de compra do chocolate, se populariza. Uma barra de chocolate suíço custa 9 dólares para o povo da índia, enquanto ele vende por us $ 2 nos Estados Unidos, e us $ 5 no Brasil. Apesar disso, a indústria está apostando no site do consumidor. Além do mais, nós já anunciou um investimento de 159 milhões de dólares em uma fábrica na Índia.

  • Uma barra de chocolate suíço custa U$ 9 dólares para o povo da índia;
  • Uma barra de chocolate suíço custa U$ 2 dólares para Estados Unidos;
  • Uma barra de chocolate suíço custa U$ 5 dólares no Brasil.

 

A notícia seria agradável, Se não fosse o fato de que a oferta de cacau, matéria-prima, não ira acompanhar o ritmo da expansão. De acordo com o relatório, “um Barômetro do cacau”, publicado no ano passado por um consórcio de editoras internacionais, existem três tipos de dificuldades enfrentadas pelos agricultores no campo social, econômico, e as questões ambientais. A prática ilegal de cultivo foi um dos fatores para a queda no preço dos últimos anos, levando a um aumento do consumo entre as economias emergentes. Ao mesmo tempo, tem se intensificado o combate a crimes. Com o fim da exploração do trabalho infantil nas plantações, vai aumentar o salário nos campos de plantação. E claro, quem sobreviver vai elevar o seu preço para a venda.

Na presença de pragas, tais como a vassoura-de-bruxa, uma infecção fúngica que se espalhou pelas árvores, e contamina o fruto, tornando-o inutilizável – também é um fator agravante. Esta foi a doença responsável por prejudicar a produção no Brasil, na década de 90. O país ocupa a posição de segundo maior produtor mundial de cacau, quando os militantes de esquerda, eles espalharam esta peste (vassoura-de-bruxa) nas plantações florestais no estado brasileiro da Bahia. A intenção foi a de minar o poder político e econômico dos “barões do cacau”. A praga, porém, espalhou-se. Como resultado, o país perdeu 80% da capacidade do solo, e não é mais um dos grandes produtores mundiais de cacau.
O Brasil, no entanto, é uma parte da esperança de amenizar a falta do chocolate no mundo. Há aqueles que acreditam que é verdade, que a divulgação do risco de escassez para um declínio no consumo, entre os mais conscientes de como o suíço, que comem 9 kg de chocolate per capita por ano. No entanto, é a maneira mais segura é a de aumentar a produção de forma sustentável, sem a necessidade de redução da demanda. É contra esse pano de fundo que nos encaixamos o mundo. “Estamos no fundo do poço, mas recuperamos a nossa força, e podemos voltar a estar entre os três maiores produtores”, disse Diego Introdutório, e como fundador da marca, AMMA, e é um membro da quinta geração de agricultores em sua família. No estado da Bahia, uma região em que a AMMA, ele trabalha, ele dobrou no plantio de cacau na última década ou assim. O-sonho-de-Diego-Introdutória este é um dia para recuperar-se da produção de um de seus antepassados, e o barão do uso deste termo foi Cancelada Introdutória, uma das inspirações para o o romance Terras do Se­m­Fim, que foi publicado em 1943, de Jorge Amado. No livro, o autor relata: “Juca Badaró não via na sua frente a mata (…) Via aquela terra negra, a melhor terra do mundo para o plantio do cacau”. Se o Brasil tornar-se o campos, tão grande, pode ser que o gosto amargo da falta de chocolate não aconteça tão logo – e a literatura para voltar para a doçura da mente com o seu delicioso sabor.

Esta reportagem foi coletada de alguns sites especialista no assunto, como Veja, huffpostbrasil,entre outros

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